
Índio da Cuíca, mestre da cuíca e showman de 75 anos, lança seu segundo álbum solo, ZING ZING, pelo selo QTV. O projeto mistura samba, dub e pop, apresentando arranjos de bandolim, piano, sintetizadores e percussões rituais, sob a direção musical de Gabriel de Aquino e Bernardo Oliveira.
O repertório inclui colaborações com Siba, Ana Frango Elétrico, Rômulo Fróes e Manu da Cuíca, além de interpretações de Juçara Marçal e regravações de clássicos como “Magia Africana no Brasil e Seus Misteriosos”.
Esteticamente, o álbum reflete a elegância da Lapa e a estética de Seydou Keïta e Malick Sidibé, com direção de arte de Rafael Meliga, fotos de Lucas Pires e styling de Natasha Ribas, reforçando a identidade única da cuíca e do artista entre terreiro, cabaré, palco global e cultura pop.
Produzido com apoio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, o disco está disponível em plataformas digitais, incluindo Spotify.
O álbum de Cuíca apresenta 12 faixas, incluindo “Cuíca Maluca”, “Toca Iúna / Ô Berimbau”, “Sabença e Dendê” e “Cangalha do Boi” (feat. Siba). Outras músicas destacam “Tabuleiro”, “Maneiro”, “Pra Fazer Você Sambar” e “Alguém Me Chama” (feat. Ana Frango Elétrico). O projeto conta com a participação de artistas como Ana Frango Elétrico, Siba, João Martins e Raul DiCaprio.
Produção e direção musical são de Gabriel de Aquino e Bernardo Oliveira, enquanto a direção artística envolve Paulinho Bicolor e Bernardo Oliveira. Arranjos de guitarra, violão, bandolim, cavaquinho e banjo são conduzidos por Gabriel de Aquino e Alaan Monteiro.
A percussão é liderada por Luizinho do Jêje e Thiago Castro, com bateria de Thiago Silva, baixo de João Rafael e piano/sintetizadores de Pedro Fonseca. O coro inclui Cuíca, Gabriel de Aquino, Alaan Monteiro e Bernardo Oliveira.
O álbum foi gravado, mixado e masterizado por Renato Godoy no Estúdio Salve Salve / Chez Georges. A direção de arte, fotografia e design gráfico foram realizados por Rafael Meliga, Lucas Pires, Mariana Mansur, e o styling por Natasha Ribas. O selo QTV Selo, apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, lançou o trabalho.






